quarta-feira, 21 de julho de 2010

Fleche D'or no Jardim do Éden

A marca Fleche D'or, projeto do estilista Fernando Silva em sociedade com Walace Campos, já está com tudo pronto para o lançamento da coleção verão 2011.

Inspiradas no Jardim do Éden, as peças estão recheadas de estampas exclusivas que remetem ao universo da criação da humanidade e a colossal riqueza natural. Printings lesard, girafa, pitton, flor de maracujá, passion e joaninhas compõem a estamparia digital elaborada com apoio da Têxtil Dalutex , que estampou o rayon, e da Wxtex, as bases dos tecidos planos.

Em sua segunda coleção, a marca apostou em peças de estética feminina, contemporânea e sexy, ressaltada através de formas estruturadas e levemente orgânicas. Bases rígidas de linho, cetim elastic, shantung e sarjas foram aliadas à texturas fluidas, como cetim new skin, malha spider, malha tricô, chiffon e rayon. A cintura marcada, foco da modelagem, vem adornada com cintos de couro e acetatos com modernas fivelas em marcheteria, um mix de acrílico, madeira e metal.

Na cartela de cores, destacam-se os tons de bege, caramelo, marrom, verde-cáqui, verde-citronela e lilás, que servem como base para leves misturas com verde-limão, pink, flúor e laranja.

As lindas fotos do catálogo - que inspiram um visual sexy e, ao mesmo tempo, etéreo - foram feitas pelo fotógrafo Márcio Rodrigues.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Estampas da Última Hora

A Última Hora foi o destaque da coluna da Anna Marina - editora do caderno Feminino & Masculino e colunista do caderno Cultura, ambos do Estado de Minas - no dia 26 de junho de 2010. A estrela da vez foi a mistura de estampas, marca registrada das produções da Última Hora.

Para quem quer conhecer um pouco mais sobre a marca, vale a pena conferir o desfile e o lookbook de inverno 2010 disponíveis no site. O catálogo de verão 2011 já está saindo do forno!



terça-feira, 6 de julho de 2010

Crítica de moda

Texto incrível que a Erika Palomino escreveu para o blog do Fashion Forward:

"Pensata da Palô #15: considerações sobre a temida crítica de moda

Eu bem poderia _e deveria, até_ fazer um balanço do São Paulo Fashion Week. Mas confesso que depois de três semanas de desfiles (Casa de Criadores, Fashion Rio e SPFW em si), minha cabeça ainda é um pastel de roupas, looks, cores e… as tais tendências.
Então me permiti aqui decantar as 800 coleções vistas (já que ainda temos um tempinho até essas peças chegarem às lojas e o masculino da Europa já está aí na rede) para compartilhar algumas considerações sobre a temida crítica de moda.
A quem ela serve, nos dias de hoje? Para nortear a indústria, principalmente. Já disse, e insisto, que o consumidor final pouco liga se, no pós-desfile, o/a jornalista xis gostou ou não do desfile. E lembrando novamente que um bom desfile não significa uma boa coleção. Quem gosta da marca vai à loja e compra o que lhe agrada.
Nesta temporada de verão 2011, alguma celeuma se deu em relação a algumas resenhas. Parece até que voltamos ao início dos anos 90, quando os estilistas ainda não haviam se acostumado a serem criticados e analisados publicamente, nos jornais (não havia a Internet, lembre-se). Receber um chocho impresso era considerado praticamente ofensa pessoal, e nós (os críticos) passávamos de seis meses a alguns anos até conseguirmos voltar a cumprimentar os estilistas, passada a ira.
Receber críticas não é de fato coisa lá muito agradável. Principalmente por trabalhos suados, sofridos, a custa de muitas horas de labuta, muita energia e algum dinheiro empregado neles. A primeira reação é a da mágoa, da incompreensão, passando depois pela raiva e finalmente pelo desprezo. Poucos são os que, antes da fase raiva, relêem o que foi escrito para um exame de consciência.
O peso de quem escreve importa, claro. Porém, num país de história de moda recente como o Brasil, é preciso dar voz às novas gerações de resenhadores, e deixá-la se exercitar. Ninguém começa acertando sempre, da mesma forma como bons e consolidados estilistas também são passíveis de erros.
Existem maneiras e maneiras de falar mal de uma coleção ou de um desfile. A responsabilidade e o respeito devem fazer parte da cartilha de quem escreve, como o bom português. Um jornalista sério de moda hoje deve ler muito (jornais, sites e boa literatura), ver exposições de arte; garimpar em locadoras; fuçar no You-tube; ouvir músicas novas; ter referências off-fashion. Se possível, viajar; se possível, freqüentar; se possível, se jogar na vida e em novas experiências. Exercitar a humildade e a tolerância. A autocrítica. Levar seu trabalho a sério todo o tempo sem se levar a sério todo o tempo.
Quanto aos leitores, menos pão e circo, por favor. É bobo respeitar (somente) críticos que detonam sem educação, adjetivando com leviandade ou aqueles que almejam visibilidade (ainda que tardia), os engenheiros sensacionalistas das obras prontas, aqueles que cultuam o chiste e o deboche em mesas de restaurante, salas de imprensa ou mesmo no twitter.
Cabe a todos nós aqui citados, portanto, conduzirmos uma nova etapa da moda brasileira (e não apenas a quem organiza os eventos e detém poderes). Sem patrulhas, fuxicos, ranços de autoritarismo ou hipocrisias de corredor.
Aqui neste espaço, estamos fazendo a nossa parte."

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Última Hora

Marca mineira busca reposicionamento no mercado da moda participando de eventos nacionais


Depois de participar do showroom Moda no Museu, realizado em São Paulo durante a segunda semana de junho, a Última Hora está de volta à capital paulista trazendo novidades. Entre os dias 21 e 24 deste mês, a marca expõe suas criações no 39º Encontro da Moda, feira que reúne lojistas, compradores e empresários da indústria de confecção de todo país.
Empenhadas em ampliar os negócios e, ao mesmo tempo, oferecer peças diferenciadas e com exclusividade, as estilistas Isabela e Célia Bicalho apostam na originalidade a cada evento. Para o Moda no Museu, as irmãs apresentaram roupas tingidas manualmente, peça a peça, reforçando que o objetivo da marca é inovar sem perder a identidade de uma moda com toques artesanais.
As novidades são o resultado de muita pesquisa, viagens e um bom gosto natural herdado da mãe, Maria Isabel Bicalho, e da irmã, Erika Bicalho, fundadoras da marca. Há 20 anos no mercado, a Última Hora sofreu uma repaginada quando, em 2003, Isabela e Célia assumiram o estilo das criações.
Focadas em uma mulher madura, ativa, bem resolvida e que precisa estar bem vestida o dia inteiro esticando pelos compromissos noturnos, as estilistas introduziram novos tecidos como as malhas, sedas, tecidos tecnológicos. A linha de camisaria recebeu estampas exclusivas, bordados manuais, richelieus e mix de texturas.
O sucesso é visível. Durante a última edição de verão do Minas Trend Preview, em novembro, a Última Hora fez o seu primeiro desfile e foi apontada como uma das revelações do evento.
Sempre procurada pelas figurinistas globais, as peças da marca vestirão a personagem de Cláudia Raia na novela Tititi e estarão também no próximo seriado da Globo, A Cura.


Verão 2011

A coleção verão 2011 da Última Hora é uma homenagem às mulheres que valorizam a natureza. Os modelos são elaborados a partir de texturas naturais, como a seda e o algodão, malhas variadas e estamparia exclusiva, que são o DNA da marca.
Para essa estação, o destaque são as estampas floral e abstrata. O visual contemporâneo traduz os sonhos de conforto e frescor em peças de modelagens primorosas.
Na coleção, a Última Hora flerta com os anos 70. Os vestidos vêm com estruturas longilíneas, batas e túnicas ganham ar moderno quando aliados à alfaiataria de saias, shorts, microjaquetas e casaquetos. A camisaria é leve e descontraída.
Na cartela cromática, tons de areia, gelo, nude e branco contrapõem com os tons de rosa, amarelo, coral e azuis. A marca faz uma reverência à graça e a beleza, com pitadas de nostalgia, criando looks fluidos e femininos, que são a cara do verão.